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Bergger Pancro 400 with the RIGHT developer (Begger PMK)

I photographed Bergger 3 times and never published because I didn’t think I had the results I would like to show.

As we never talked about Bergger, I thought it would be important to first try to understand what we can expect from this film.

A little of history

The Bergger Pancro 400 is very recent. It belongs to a vast list of films that appeared in 2017. However, the Bergger brand, born in 1995, is one of the last French companies specialized in the manufacture of photosensitive surfaces. Thanks to the legacy of Guy Gérard, chemist Guilleminot and economist Daniel Boucher, Bergger managed to resist the new digital age and stand out in the photography market.

Bergger has a wide range of products, from paper, chemicals to develop and several types of film format ranging from 35mm to 4 plate sizes for large format.

I highlight the developer Bergger PMK that was the reason for creating this post.

Pancro 400 Features

Bergger Pancro 400 is a panchromatic film with a particular characteristic.

It is a double emulsion film that combines two different chemical compounds. Silver bromide and silver iodide. They differ by the size of their grain and these properties allow a wide latitude of exposure.

It includes an anti-ripple and an anti-halation layer.

Despite having 3 films developed with different developers, the main feature common to all 3 is the contrast. It also has a very beautiful gray range and a very complete tonal latitude. This means that we can miss some stops that he forgives. The shadows are very beautiful and vibrant. I noticed that when underexposed there was a tendency to become more contrasted, but without losing much detail in the blacks.

Looking at my results I can say that the grain is the only parameter that differs depending on the type of developer used.

With the D76 and Rodinal, the grain is evident and I personally found it too present for a roll of ISO 400, comparing for example with the Ilford HP5 +.

The Begger PMK gave me a result with a finer grain and a much more evident sharpness.

 

Bergger Pancro 400 with Kodak D76 Stock

Bergger Pancro 400 with Rodinal (1+25)

Bergger Pancro 400 com PMK (1+2+100)

Bergger PMK – Why a more balanced and clear result?

PMK – Pyro Metol Kodalk Pyro – Pyrogallic acid (chemical compound)

The pyro is one of the oldest developers used in black and white development. Very dominant in the 19th century, but forgotten during the 20th century.

Pyro offers an increase in print quality and the ability to record subtle differences in light. Sharpness, tone separation and finer grain are improved properties in negatives. The highlights are very detailed.

The yellowish stain that remains on the negative is quite characteristic of this developer, known as a Stain Developer. The amount of the stain is proportional to the density of the silver, improving the hue and reducing the grain.

Bergger PMK is a pyro developer with his formula based on the original by Gordon Hutchings.

Fun fact: In one of his lectures on pyro developers, Gordon was approached by a wedding photographer, who offered him money to keep the developer formula a secret.

It was with this Bergger developer that I got the best results with the Bergger Pancro 400.

I confess that I had already given up on buying this film. Despite its very distinct characteristics, the grain was an aspect that did not make me happy. It lost sharpness because of the grain and there was a charm due to the contrasts so characteristic of this film.

PMK changed my opinion about the film and effectively makes everything that it promises possible. Together with the Bergger Pancro 400, it enhances the best features that characterize it. Very complete gray range and details in the highlights without removing information.

 

Bergger Pancro 400 with Kodak D76 Stock

Bergger Pancro 400 with Rodinal (1+25)

Bergger PMK

Gear: Bergger with Kodak D76 – Konica Auto S2 (35mm) Bergger with Rodinal – Mamiya 645 (120) Bergger with Bergger PMK – Mamiya 645 (120) – Develop by Nuno from Sagrada Pelicula Film Lab www.lab.sagradapelicula.com

English

Teste ao Bergger Pancro 400

Fotografei o Bergger 3 vezes e nunca publiquei porque achei que não tinha os resultados que gostaria de mostrar.

Como nunca falámos sobre o Bergger, pensei que seria importante tentarmos primeiro perceber o que podemos esperar deste filme.

Um pouco de história

O Bergger Pancro 400 é muito recente. Pertence a uma vasta listagem e filmes que surgiram em 2017. No entanto a marca Bergger, nascida em 1995, é uma das ultimas empresas francesas especializada na fabricação de superfícies fotossensíveis. Graças ao legado de Guy Gérard, o químico Guilleminot e o especialista em economia Daniel Boucher, a Bergger conseguir resistir à nova era digital e destacar-se no mercado de fotografia.

A Bergger tem uma vasta gama de produtos, desde papel para ampliação, química para revelar e diversos tipos de formato de lme que vai do 35mm até a 4 tamanhos de chapas para grande formato.

Características do Pancro 400

Bergger Pancro 400 é um filme pancromático com uma característica particular.

É um filme de dupla emulsão que combina dois compostos químicos diferentes - Brometo de prata e Iodeto de prata. Diferem pelo tamanho do seu grão e estas propriedades permitem uma ampla latitude de exposição. Incluí uma camada anti-ondulação e uma anti-halo.

 

Apesar de ter 3 rolos revelados com diferentes reveladores, a principal característica comum aos 3 é o contraste. Tem também uma gama de cinzentos muito bonita e uma latitude tonal muito completa. Isto signica que podemos errar alguns stops que ele perdoa. As sombras são muito bonitas e vibrantes. Notei que quando subexposto há uma tendência em car mais contrastado, mas sem perder muito detalhe nos pretos.

 

Olhando para os meus resultados posso dizer que o grão é o único parâmetro que difere consoante o tipo de revelador usado.

Com o D76 e o Rodinal, o grão é evidente e pessoalmente achei demasiado presente para um rolo de ISO 400, comparando por exemplo com o Ilford HP5+, mesmo sendo de constituição diferente. O Bergger PMK deu-me um resultado com o grão mais fino e uma nitidez muito mais evidente.

 

Bergger Pancro 400 com Kodak D76 Stock

Bergger Pancro 400 com Rodinal (1+25)

Bergger Pancro 400 com PMK (1+2+100)

Bergger PMK – Porquê um resultado mais equilibrado e nítido?

PMK – Pyro Metol Kodalk Pyro – Ácido pirogálico (composto químico)

 

O pyro é dos reveladores mais antigos usados na revelação a preto e branco. Bastante dominante no século XIX, mas esquecido durante o século XX.

Pyro oferece um aumento da qualidade de impressão e capacidade de registar as diferenças subtis de luz. A nitidez, separação de tons e o grão mais fino são propriedades melhoradas nos negativos. O destaques são muito detalhados. A mancha amarelada que fica no negativo é bastante característica deste revelador, conhecido como um Stain Developer. A quantidade da mancha é proporcional à densidade da prata, melhorando a tonalidade e reduzindo o grão.

Bergger PMK é um revelador pyro com a sua formula baseada na original de Gordon Hutchings. Fun fact: Numas das suas palestras sobre reveladores pyro, Gordon foi abordado por um fotografo de casamentos, e este ofereceu-lhe dinheiro para manter a fórmula do revelador em segredo.

Foi com este revelador da Bergger que tive os melhores resultados com o Bergger Pancro 400.

Confesso que já tinha desistido de comprar este filme. Apesar das suas características bem distintas, o grão era um aspeto que não me deixava feliz. Perdia nitidez e lá se ia o encanto pelos contrastes tão característicos deste filme.

O PMK veio mudar a minha opinião em relação ao rolo e efetivamente torna possível tudo aquilo que promete.
Juntamente com o Bergger Pancro 400, potencia as melhores características deste filme.
Contrastes salientes, gama de cinzentos bastante completa e detalhes nas altas luzes sem retirar informação.

Bergger Pancro 400 com Kodak D76 Stock

Bergger Pancro 400 com Rodinal (1+25)

Bergger PMK

 

 

 

 

 

 

 

Bergger com Kodak D76 – Konica Auto S2 (35mm)
Bergger com Rodinal – Mamiya 645 (120)
Bergger com Bergger PMK – Mamiya 645 (120) 

 

Portuguese, Portugal

Teste ao Ferrania P30

É impossível olhar para o Ferrania P30 sem primeiro conhecer alguma da história por trás da marca Ferrania. E tudo isto começa em 1882, com a Sociedade Italiana de Produtos Explosivos (SIPE) que teve bastante sucesso durante os períodos de guerra devido ao seu fornecimento de explosivos à base de nitrocelulose.

Numa fase de menos clientes, SIPE decidiu variar o seu mercado. Como as propriedades químicas dos seu explosivos eram muito idênticas ao do filme inicial, a SIPE juntamente com a Pathé Brothers (empresa francesa fabricante de materiais fotográficos) criaram a marca FILM Ferrania. Conseguiram fabricar produtos para fotografia e cinema a um custo razoável permitindo à marca alcançar uma posição de liderança mundial.
Essa posição coincide também com o lançamento das primeiras máquinas da Leica que transformou a fotografia de celulóide num produto de extremo sucesso.

Surgiram os primeiros formatos de cinema 16mm e os formatos de filme de 35mm e 120.

Ferrania tornou-se numa marca muito usada e cuidada pela escola de cinema italiana. Pasolini, DeSica, Rossellini e Fellini usaram ferrania em quase toda a sua carreira, sendo um grande influência para gerações futuras de artistas cineastas.

Foi o P30, filme a preto e branco a jóia da Ferrania, principalmente depois de ser usado no filme “Duas Mulheres”, estrelado por Sophia Loren e dirigido por Vittorio De Sica e também o sucesso de Fellini “8 1/2” estrelado por Marcello Mastroianni e Cláudia Cardinale que ganhou o Óscar de melhor filme estrangeiro.

A partir daqui a Ferrania desenvolveu de imediato uma versão de 35mm e 120 do P30 para que os fotógrafos da época pudessem ter a sensação “Fellini”.

No entanto, Ferrania não foi só a preto e branco. Ferrania color é a primeira emulsão a cores da marca. Infelizmente não foi muito bem recebida pelos cineastas devido à sua falta de sensibilidade.

Ferrania lançou ainda um filme slide calibrado para a luz do dia cuja qualidade nunca foi igualada pelos seus concorrentes. Desenvolveu também filme de raio X que não precisava de uma camara escura para processamento.

Foi a concorrência como a Fuji e Ilford, uma estratégia de marketing ambígua e a nova era digital que ditou o fim da Ferrania, fechando as portas em 2010.

Em 2013, Film Ferrania surge graças a uma angariação de fundos através de um crowdfunding. Esta ideia foi de Nicola Baldini e Marco Pagni, ambos ligados ao cinema e à fotografia de laboratório, tornando-se CEOs da Film Ferrania.
2017 marca o inicio da produção do P30 alpha, um filme pancromático de velocidade 80 ASA com grande teor de prata baseado na antiga formula usada nos filmes cinematográficos.

Vamos então à nossa visão técnica e gosto sobre o P30 da Ferrania.

O P30 é um rolo a preto e branco, pancromático com grande teor de prata o que resulta em imagens de grande contraste. É de ISO 80 ( baixa sensibilidade) e até agora está disponível no formato 35mm.

A grande quantidade de prata característica deste filme dá-nos imagens com muito contraste e quase nenhum grão. Consequentemente, esta caraterística torna o filme limitado na sua escala de cinzentos. Temos sombras muito negras e as altas luzes enérgicas e brilhantes. Não há perdão para erros de fotometria.

 

Tenho dois rolos P30 fotografados com a mesma máquina. Uma Olympus OM1.
A diferença dos dois foi na revelação onde foi usado reveladores e processamentos diferentes e um destes rolos foi exposto a +1 stop.

Os meus resultados têm uma certa incoerência. Num rolo de 36 fotogramas temos várias imagens diferentes, independentemente de termos fotografado na mesma altura do dia, à mesma hora e com os mesmo settings na máquina. O contraste vai variando.
Manter o foco sempre correto foi dos meus principais objetivos, pois queria ter a certeza de que teria imagens nítidas e detalhadas. Não tive em todas as imagens, apesar do cuidado.

O contraste é lindo. Dá este aspeto cinematográfico característico de que gosto muito.

O processamento do P30 é algo a ter em consideração. A marca Ferrania disponibiliza no seu site os tempos de revelação e processamento para cada revelador.

Tive a oportunidade de fotografar dois P30 e de vê-los processados de forma diferente.

 

 

Resultados

Ferrania P30 + Olympus OM1 – +1 stop revelado com Rodinal developer – agitação lenta (1 inversão lenta a cada 30s)

Ferrania P30 + Olympus OM1 – +1 stop revelado com HC-110 – agitação energética (5 inversões a cada 30s)

O Nuno revelou um dos P30 com o revelador Kodak HC-110 e eu usei o Rodinal.
O Nuno é um expertise em técnicas de laboratório fotográfico com vasto conhecimento em revelação. Tenho a certeza de que ele sabe prever o resultado de cada rolo para cada tipo de revelador/revelação.
Especificamente para o P30, um processamento mais lento dá resultados mais constantes. O P30 é um filme que não gosta de grandes agitações. Gosta de uma revelação calma e quase sem abanões. Certifiquem-se que o vosso tanque está cheio até cobrir o rolo por completo.

 

 

Considerações finais

Resumindo, para quem gosta daquele contraste romântico com um certo “glow” nas altas luzes e aspecto cinematográfico do preto e branco, o Ferrania P30 é com certeza uma opção a explorar.

 

 

Portuguese, Portugal

Teste ao Kodak Vision 3 500T

Nikonos + 35 2.5 /15 2.8, por João Traveira

O Kodak Vision 3 500T é um filme rápido, balanceado para tungstênio (o que significa que funciona muito bem à noite, com luzes de néon brilhantes). Este é o stock que dá origem ao Cinestill 800.

Caracterizado por uma estrutura de grão fino, ampla faixa dinâmica e sensibilidade nominal flexível de um índice de 500, possui uma ampla latitude de exposição com excepcional controle das altas luzes numa variedade de condições de iluminação, variando de iluminação externa de alto contraste até situações de luz interna mista.

É um filme bastante versátil, possível de expor entre 400 e 800 sem perda de qualidade. Fotografado durante o dia, o resultado pode ter um cast azulado, mas com o filtro .85 essa situação é corrigida (considerar um EI de 320).

O nível de tecnologia presente nesta película confere-lhe uma robustez que permite que se empurre a revelação 1 ou 2 stops, com alterações ao nível do grão e cor.

 

Algum exemplos realizados com o 500T:

Nikon F5 + 50mm1.8G

Nikon F5 + 50mm1.8G

Nikon F5 + 50mm1.8G

Nikonos + 35 2.5 /15 2.8 + 500T@1600, por João Traveira

Nikonos + 35 2.5 /15 2.8, por João Traveira

Olympus OM-1, por Roberto Fiuza

Olympus OM-1 + 500T@1600, por Roberto Fiuza

Olympus OM-1, por Roberto Fiuza

 

Resumindo

Em suma, o Kodak Vision3 500T teve um desempenho notável. É uma película bastante versátil, como referimos antes, adequada a uma variedade de situações e de luz. Tem um grão fino, retém bastante informação nas sombras e pode ser fotografado com um índice de exposição de 800 a 1600 facilmente. 

 

Para além disso, a grande vantagem em relação aos demais, é que podes comprar um SP500T já com processamento incluído ao mesmo preço (quase) que um Cinestill 800!

Vê no nosso flickr mais fotos feitas com esta película, disponível para compra aqui.

 

 

Portuguese, Portugal

Teste ao Kodak Vision 3 50D

 

O Vision3 50D é um filme de baixa velocidade da Kodak. Os filmes cinematográficos, quando bobinados em cassetes de 35mm, podem ser usados em câmaras fotográficas normais. Esta película possui um ISO realmente baixo ( 50 ), que é recomendado para cenas com luz do dia, ou situações cujo objectivo é fotografar retratos à luz do dia sem usar filtros ND. 

O "D"  vem de "Daylight”: este filme é balanceado para exposição com iluminação da luz do dia (5500K).

É uma película maravilhosa, que rende cores num modo muito realista.

 

A seguir, alguns exemplos feitos com 50D:

Ricoh ff 9s 50D@100, por Roberto Fiuza

Ricoh ff 9s 50D@100, por Roberto Fiuza

Canon AE1 c tokina 28mm 2.8, por Magda Pacheco

Nikon F100 + 35mm F, por Sabino Silva

Nikon F5 + 50mm1.8G

Konica Hexar AF

Leica M6 + 35mm cron

Olympus OM-1, por Roberto Fiuza

Olympus OM-2, por Nuno Cruz

Konica Hexar AF

 

Resumindo

Em suma, o Kodak Vision3 50D teve um desempenho incrivelmente bom. Tal como com outras películas da kodak, os tons são predominantemente quentes.

SIM ⇑

Retratos feitos com o diafragma aberto, mesmo com luz forte, com tons de pele agradáveis e baixa velocidade.
Ideal para paisagens, com margem para pós produção.
O grão é quase inexistente. 

 

NÃO ⇓

Se gostas de fotografar algo que requer velocidade.
s câmeras compactas e a sua abertura lenta terão problemas com este filme, mesmo à luz do dia.
Os rolos não têm código DX.

 

Vê no nosso flickr mais fotos feitas com esta película, disponível para compra aqui.

 

 

Portuguese, Portugal

Teste às correias DeadCameras

DeadCameras straps

DeadCameras é um projecto de Ricardo Silva, um fotógrafo entusiasta, que apesar de ter algumas câmaras digitais continua a amar a película (tal como nós). O projecto surgiu da necessidade do criador ter uma correia à sua medida. Uma vez que não a encontrou no mercado, decidiu fazer as suas próprias correias. O nome do projecto deve-se à coleção de câmaras analógicas que Ricardo tem e da premissa de que o filme está morto.

As correias produzidas por DeadCameras são feitas à mão, com a melhor matéria prima disponível, e podem ser customizadas para as necessidades de cada cliente. Neste momento, fotógrafos como Alfredo da Cunha, Kevin Mullins e António Homem Cardoso usam correias desta marca.

 

Slim StrapSlim strap 

Primeiras impressões:

  • As correias são feitas com couro de alta qualidade e as arestas são polidas à mão para garantir o máximo conforto ao toque.
  • As correias Mini Strap, Slim Strap e Shoulder Strap vêm com duas argolas de 16 milímetros para ligar à câmara, juntamente com dois discos de couro macio para a proteger de riscos. A Wrist Strap e a Nano Wrist Strap vêm com uma argola e um disco.
  • Todas as correias, excepto as Wrist Strap, estão disponíveis em vários tamanhos.
  • As correias vêm com dois pontos decorativos nas pontas, em quatro cores: preto, azul, vermelho e branco. Nas correias castanhas, em preto, vermelho ou verde.
  • As correias Wrist Strap e Nano Wrist Strap têm 21cm de comprimento, mas é possível ajustar o comprimento com um anel de borracha.

 

wrist strapWrist strap 

 

Pela experiência que tivemos, as correias são super confortáveis e agradáveis quer sejam usadas no pulso, pescoço ou ombro. A escolha da correia é algo muito pessoal e prende-se pelo estilo de fotografar, ou pelo modo preferido de carregar a câmara. Por isso, fizemos esta tabela para uma melhor visualização:

 

Wrist Strap

Nano Wrist Strap

Slim Strap

Mini Strap

Shoulder Strap

No pulso

x

x

x

 

 

Ao Ombro

 

 

x

x

x

No Pescoço

 

 

x

x

x

A tiracolo

 

 

x

 

x

 

Shoulder strapShoulder Strap 

Considerações finais

O que diferencia estas correias das outras é o uso de couro de qualidade, o cuidado nos acabamentos e a atenção aos pormenores que o criador tem. Por exemplo: as correias não têm partes metálicas na sua estrutura para não riscar o equipamento enquanto andam no saco.

Outro ponto positivo é ser possível customizar a correia, por exemplo para um tamanho maior que o dos standards oferecidos na loja.

Ricardo está constantemente a pensar em novas correias e, esporadicamente, lança edições especiais limitadas (como uma correia para Rolleiflex).

 

Por todos estes motivos, DeadCameras é definitivamente um site para adicionar aos bookmarks.

 

Loja online

 

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Teste ao CineStill

 

2 rolos de CineStill

 

Apesar de ter chegado ao mercado em 2013, a história do CineStill começa anos antes... como outras de que costumamos falar aqui, também esta é impulsionada pelo amor ao filme.
 
Os irmãos Wright começaram a experimentar fazer fotografia com uma película usada em cinema — a Kodak Vision 3 500T 5219 —  devido à facilidade que estes tinham em revelá-la em laboratórios de cinema.  A notícia espalhou-se e rapidamente outros fotógrafos quiseram experimentá-la. O problema é que as películas de cinema têm na base uma camada anti-halo de cêra (rem-jet). No processo de revelação de películas de cinema (ECN-2), esta camada é removida no início, mas no processo standard de revelação de negativos (C-41) isto não acontece. 
 
Assim, o grande desafio seria remover esta camada para que a película pudesse ser revelada de um modo seguro com química C-41. Depois de muitas horas de investigação e milhares de metros de película estragada, os irmãos Wright conseguiram esse feito com um processo proprietário que chamaram de Premoval. 
 
O CineStill é um filme rápido, com um grão moderado, o que o torna ideal para situações com pouca luz. Está preparado para ser usado com luz artificial (tungsténio, fluorescente ou incandescente). Usado de dia, sem filtros, apresenta cores frias, mas sob luz de tungsténio produz cores vivas e vibrantes. Os fabricantes dizem que pode ser facilmente empurrado 1 ou 2 stops. 
 
Para testar o CineStill, nada melhor que fotografar uns concertos:
 
CineStill test 1
 
CineStill test 2 - Linda Martini
 
CineStill test - Cais do Sodré Funk Connection
 
CineStill test - Cais do Sodré Funk Connection
 
CineStill test - Cais do Sodré Funk Connection
 
CineStill test - Oita, Aveiro
 
 
Considerações finais
 
Considerando as expectativas, o resultado final não desiludiu. Fotografar espectáculos é um desafio, principalmente em virtude da falta de controle da luz, mas, mesmo nas situações mais difíceis, as fotos têm bom contraste e gama dinâmica. As fotos realizadas no exterior e de dia, tal como esperado, tinham as cores bastante frias. Foi necessário um pequeno ajuste no equilíbrio dos brancos. É uma película interessante, com uma latitude altíssima, mas não é adequada a todas as situações. Ficámos com curiosidade para disparar este filme a 1600 ASA. 
 
 
Não é uma película barata, sem dúvida. Mas na fotografia analógica, hoje em dia, o que é realmente barato? 
 
 
Fotos tiradas com uma Hexar AF @ 800 ASA, digitalizadas num Epson V500, sem grandes edições, disponíveis no nosso flickr com resolução de 4800dpi's. 
 
 
 
 
Mais info aqui, podem comprar aqui
 
 
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Teste ao Adox CMS 20

adox cms 20 and adotech

As películas são como vinhos tintos: têm cores diferentes, provêm de emulsões diferentes, uns custam 2€ outros 5€ ou mais. Há quem não se importe de beber vinho estragado e também há quem fotografe com películas fora do prazo. Se o Adox CMS 20 fosse um vinho, seria um vintage!

 

O Adox CMS 20 tem uma sensibilidade orthopancromática, segundo o fabricante nenhum outro filme tem mais nitidez, grão mais fino ou maior resolução (até 800 Ll /mm*). É possível fazer ampliações até 2,5 metros de diagonal sem perder qualidade, o que equivale matematicamente a uma câmara digital de 500 megapixeis. Este feito é conseguido com a emulsão especial de alta resolução monodispersa. Quando revelado com Adotech oferece uma excelente gama de meios tons.

 

Passemos agora à parte técnica: o filme foi exposto a 20 ASA e o processamento foi realizado num tanque JOBO 1510 manualmente.

 OBS.Temp.Tempo
1- AdotechAgitação contínua nos primeiros 30'', depois uma inversão suave a cada minuto24˚C10m
2- Banho de paragem ácidoAgitação contínua20˚C30s
3- FixadorAgitação contínua20˚C1m
4- Lavagem 20˚C5m
5- Agente molhanteFora do tanque/espiral20˚C1m

 

Algumas imagens digitalizadas a 48.000 dpis no Epson V500 (sem edição):

Adox cms 20

 

adox cms 20

detalhe a 100% da primeira imagem.

Considerações finais

Não é um filme fácil de trabalhar, é bastante fino com facilidade para riscar e apanhar poeiras, mas se exposto e revelado correctamente o resultado final é espectacular. A resolução que atinge tem como limite a resolução da lente usada; tem um grão extremamente fino e uma fantástica exposição de latitude.

 

Cientistas dedicaram anos de pesquisa com o revelador Adotech, por isso não revele com outro quimico. Isso é como beber um bom vinho num copo de plástico.

 

Mais info aqui, podem comprar aqui.

Podem ver as fotos com toda a resolução na nossa página do Flickr.

 

 

 

* Line pairs/mm - Um par de linhas é constituído de uma linha apagada e uma linha acesa adjacentes, enquanto linhas contam ambas as linhas apagadas e acesas. Uma resolução de dez linhas por mm significa cinco linhas apagadas alternando com cinco linhas acesas, ou cinco pares de linhas por mm. A resolução de lentes fotográficas e filmes são mais freqüentemente citadas como pares de linhas por mm. in wiki

CMS (Cubic Monodispersed Single-layer) 20 is the world's sharpest and most fine grained film in existence. This is possible because the emulsion of the single layer is only one grain thick. It is recommended for processing in Adotech CMS developer.

in adox flickr group

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